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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Nossa segunda entrevista é com o jovem guitarrista Mateus Starling

Mateus Starling faz parte de uma promissora geração de guitarristas, tendo se destacado ao redor do mundo com o seu cd solo Kairos lançado em 2009. O cd reflete influências de jazz, free-jazz, musica brasileira, rock e fusion. Dono de uma linguagem peculiar de improvisar e compor o guitarrista Mateus Starling fala um pouco mais do seu trabalho, sua experiência de morar por 4 anos nos EUA e de ter estudado na mais prestigiosa faculdade de música do mundo a Berklee College of music de Boston. Site: www.mateusstarling.com.br

Fale um pouco de como você começou a tocar guitarra?

Comecei a tocar com aproximadamente 12 anos de idade no violão, mas desde o começo queria a guitarra. Nessa época me interessava por bandas de rock pesado, mas logo comecei a me apaixonar por todos os gêneros de música. Aos 16 anos de idade comecei a tocar guitarra profissionalmente.

Como veio o gosto pelo jazz, fusion e como você migrou do rock pesado ao tipo de som que faz hoje?

Acredito que a música se conecta entre os estilos, no fim tudo é música e tudo é para a apreciação, então, foi um caminho natural começar a ouvir outros estilos de música, até porque a fusão da música já existe de maneira muito forte na nossa cultura antes mesmo do meu nascimento. Hoje me vejo pegando todas essas minhas influências que sofri ao longo de minha vida e tocando da minha maneira, sem preconceito, parece clichê, mas para mim só existe 2 tipos de música a boa e a ruim.

Fale um pouco do seu cd e do Mateus Starling quarteto.

Gravei o meu cd em 2008 quando estava no ultimo semestre da Berklee e lancei em 2009. Toquei com colegas muito talentosos e que hoje são expoentes na música instrumental no mundo. Naquela época eu tinha as minhas composições e estava buscando músicos que tocassem jazz, free jazz e tivessem também a atitude do rock and roll. No fim das contas deu tudo certo, gravamos o cd em formato de quarteto em algumas horas ao vivo no estúdio e graças a Deus o cd foi muito bem recebido no mundo inteiro.
Agora no Brasil o meu quarteto é composto por músico brasileiros que também tocam de tudo e são músicos atuantes no mercado e de qualidade inquestionável: Lúcio Vieira (bateria), Berval Moraes (baixo) e Júlio Merlino (sax), antes do Lúcio quem estava tocando bateria era o grande músico e amigo Pascoal Meirelles que no momento não está mais morando no Brasil.

Fale um pouco da sua proposta sonora.

A proposta do meu quarteto é tocar uma música mais livre, usamos muitos elementos do free jazz e do atonalismo, mas não nos rotulo dessa maneira, pois também usamos elementos da música brasileira, do rock e do fusion, enfim, não fico pensando em qual prateleira o meu cd vai ficar, simplesmente toco o que me agrada. No meu cd Kairos todas as músicas eram abertas no solo, sem tonalidade e sem forma e isso deu muito espaço para a banda reagir e tocar junto, criando algo naquele momento. Eu nunca quero perder essa característica da liberdade no meu trabalho.

Quais os próximos projetos?

Esse ano vamos lançar o novo cd do quarteto, já estamos com o repertorio praticamente finalizado. É uma banda em que tocamos juntos por um bom tempo, ou seja, todo mundo já entendeu bem a minha proposta. Temos muitos músicos talentosos no Brasil, mas foi muito difícil achar músicos que tocassem de uma maneira livre, mas graças a Deus encontrei os caras certos para embarcar nessa viajem.
Fiz também uma participação no cd “guitar Project” do baterista Pascoal Meirelles que acredito que deva estar saindo esse ano.

Como foi a experiência de ter morado nos EUA e estudado na Berklee?

Foi muito especial. Ganhei uma bolsa em 2004 e senti uma direção de Deus para largar tudo e ir com a minha esposa. Hibernei musicalmente por 4 anos, foi um tempo importante da minha vida, estudei e toquei com grandes mestres da música e que me transformaram musicalmente para sempre. Além disso tem também o lado pessoal e espiritual, foi um grande amadurecimento para mim.

Deixe uma mensagem final.

Gostaria de falar a respeito do meu material de ensino através de vídeo aulas. São mais de 40 títulos de video aulas diferentes, com grandes dicas de música. Não deixem de checar no meu site onde você também encontra mais sobre a minha carreira, matérias nas revistas, vídeos e o meu som (www.mateusstarling.com.br)
A música já esta dentro do ser humano, mesmo um ser humano isolado de toda a sociedade tem uma música que pulsa dentro do coração. Não existe uma pessoa que não goste de música. O dom da música é dado de Deus para o homem e ele não negou esse dom a ninguém. Meu desejo é que todos você possam ter uma vida abençoada com muita música e, sobretudo com a presença de Deus em suas vidas.
Grande abraço.
Mateus Starling




Site Oficial do guitarrista Mateus Starling






Concertos no Jardim traz o Duo Santoro ao Espaço Tom Jobim

Concertos no Jardim traz o Duo Santoro ao Espaço Tom Jobim



     Com um repertório que flui entre sonatas de Mozart e Boccherini, percorre as obras mais populares de Heitor Villa-Lobos, passando por jóias de Tom Jobim e pela graça brejeira dos choros de Zequinha de Abreu e Waldir Azevedo, o Duo Santoro é a atração da quarta semana de Concertos no Jardim, no dia 16/02, às 20h30min.  A série de recitais, que ocupa até o final de fevereiro o Espaço Tom Jobim, é uma realização do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, com patrocínio da Light e apoio da Secretaria de Estado de Cultura. Os violoncelistas gêmeos Paulo e Ricardo Santoro recebem em participação especial a percussionista Ana Letícia Barros, nesta apresentação.

     Único duo de cellos em atividade permanente no Brasil, o Santoro comemorou 20 anos de carreira em dezembro passado, colhendo aplausos entusiasmados por onde se apresenta. Dotado de excelente comunicação com o público e competência no domínio dos instrumentos – cujas transcrições e arranjos para violoncelos são assinados, na sua maioria, pelos irmãos musicista - o Duo Santoro faz sucesso recheando seus concertos com uma mistura de peças eruditas clássicas, românticas e modernas à MPB.

     Os recitais do Duo Santoro se caracterizam por atrair platéias múltiplas, de idades e tribos diferentes, que lotam teatros para apreciar a sonoridade das interpretações primorosas de Ronda Alla Turca, de O Trenzinho do Caipira, ou a poesia em releitura da obra de Tom Jobim e a alegria efervescente dos populares choros Tico-tico no Fubá e Brasileirinho

     Confira o programa:

L. Boccherini
Sonata em Dó Maior - Allegro moderato, Largo, Allegro.

G. Rossini
Duetto

W. A. Mozart
Rondo Alla Turca

H. Villa-Lobos
Bachianas Brasileiras nº 4 e nº 5
O Trenzinho do Caipira

Tom Jobim
Eu sei que Vou te Amar
Luiza
Chega de Saudades

Zequinha de Abreu
Tico-tico no Fubá

Waldyr Azevedo
Brasileirinho






SERVIÇO:

CONCERTOS NO JARDIM

Duo Santoro – Paulo e Ricardo Santoro-Violoncelos
Participação especial: Ana Letícia Barros (percussão)

DATA: 16/02 às 20h30min
LOCAL: Espaço Tom Jobim, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro
ENDEREÇO: Rua Jardim Botânico, 1008. Tel.: 2274-7012.
CLASSIFICAÇÃO LIVRE
ENTRADA FRANCA
SENHAS: distribuídas na bilheteria do Espaço Tom Jobim a partir das 19h30min


MGS PRODUÇÕES

ASSESSORIA DE IMPRENSA:
Tania Athayde - (21) 2288-2044 /8761.4039
Aimée Louchard - (21) 2567-9829/ 93889916



segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Egberto Gismonti e Orquestra de Sopros da Pro Arte

Egberto Gismonti e Orquestra de Sopros da Pro Arte.



CONCERTOS NO JARDIM

BEM BRASIL

Com um repertório genuinamente brasileiro,  o segundo recital da série Concertos no Jardim leva na próxima quarta-feira, dia 02/02, o maestro e compositor Egberto Gismonti e a Orquestra de Sopros da ProArte ao Espaço Tom Jobim.
O frevo, o maracatu e o lundú serão alguns dos gêneros apresentados em arranjos inovadores dos renomados Carlos Malta, Zeca Assunção e Matias Corrêa.
A série, com patrocínio da Light,  ocupará o teatro do Espaço Tom Jobim até o fim do mês de fevereiro. Os concertos semanais serão sempre às 20:30h, com entrada franca. A nova opção de lazer musical dará ao público a chance de conhecer e apreciar uma rara diversidade sonora  bem como ter o privilégio de assistir a performance de artistas que pouco se apresentam no Rio de Janeiro.
Há menos de um ano, a orquestra carioca, formada por jovens de 17 a 25 anos, passou a se apresentar com Gismonti em concertos e festivais por várias regiões do país. A troca de experiências musicais tem sido muito fértil. “ Eles estão felizes e eu também. É uma diversão e daqui a um tempo alguma coisa  que ainda não sei o que é sairá deste encontro”, garante o maestro.


SERVIÇO:

CONCERTOS NO JARDIM
DATA: 02/02 às 20:30h
LOCAL:  Espaço Tom Jobim, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro (Rua Jardim Botânico, 1008) Tel: 2274-7012
ENTRADA FRANCA
As senhas serão distribuídas na bilheteria do Espaço Tom Jobim a partir das 19h30m

PERFIL DOS ARTISTAS DO CONCERTO DE 02/02

Egberto Gismonti

Compositor, instrumentista e arranjador, nascido em Carmo, no norte fluminense, Egberto Gismonti é um dos mais renomados compositores brasileiros de música instrumental. Neto e sobrinho de mestres de banda, estudou piano na capital com Jacques Klein e Aurélio Silveira e aperfeiçou-se na França.

Ao longo da carreira, gravou 60  discos no Brasil e no exterior. Os mais  celebrados são Corações Futuristas (1976), Dança das Cabeças (1977), Nó Caipira (1978), Mágico (1980) e Feixe de Luz (1988). Compõe para cinema, balé, televisão e teatro. Além de piano, combina sons de órgão, sintetizador, violão e flautas indígenas nos arranjos.




Orquesta de Sopros da Pro Arte

Em 1987,  o grupo conhecido como Os Flautistas da Pro Arte reunia crianças para aprender de forma lúdica a tocar, cantar, dançar e fazer acrobacias. Como as crianças cresceram,  foi criada a Orquestra de Sopros da Pro Arte, que estreou em 2004, na Sala Cecília Meirelles, sob a batuta de Tina Pereira. Hoje, os jovens músicos dedicam-se à pesquisa, aprendizado, prática e difusão da Música Popular Brasileira. São 39 adolescentes e jovens, oriundos de bairros de classe média da cidade do Rio de Janeiro e de comunidades menos favorecidas. Tocam  flauta doce, transversa, clarinete, saxofone e trombone. Em 2008, a orquestra lançou  um CD, com músicas de Moacir Santos, Radamés Gnattali, Tom Jobim, Baden Powell e Hermeto Pascoal.


MGS PRODUÇÕES

Assessoria de Imprensa

Aimée Louchard
Tels: (21) 2567-9829/ (21) 93889916

Tania Athayde
Tels: (21)8761.4039


sábado, 29 de janeiro de 2011

 O objetivo do nosso blog e divulgar todo evento relacionado a musica instrumental de qualidade principalmente aqueles com entrada franca ou a preços populares alem de divulgar através de entrevistas e reportagens músicos bandas e profissionais do meio musical.
 Estamos abertos a parcerias e colaborações.

Iniciamos com uma entrevista com o pessoal do quarteto No Olho da Rua.

1) Como tudo começou?
Começou em Jacarepaguá! Na casa do baterista Theomar Ferreira. Eramos 4 músicos ensaiando para um show de uma cantora: Theomar Ferreira (bateria); Roberto Alves (piano); Xandy Rocha (baixo) e Paulo Rego (saxes e flauta). Após o ensaio, os músicos continuaram a tocar livremente, temas da bossa nova, com muita liberdade e muitos improvisos. Aí, alguém perguntou: Por quê não fazemos esse som na rua? E, num dia da semana seguinte, estavam os 4 tocando na calçada em frente ao Clube Bola Preta, ao lado do Teatro Municipal, no centro do Rio de Janeiro. Isso foi em março de 1997.

2) Daí o nome  No Olho da Rua, não é?
Isso. Ficamos sem nome durante 1 ano. Porém as coisas foram ficando mais sérias. Alguns contatos para shows, pessoas interessadas em saber aonde tocaríamos e qual o nome que deveriam procurar. Fizemos até plebiscito no calçadão da Praia de Ipanema. No final, acabou que o nome escolhido foi o sugerido pelo Xandy e que está aí até hoje.

3) São quase 14 anos de vida. Quando foi gravado o 1o CD?
A gente tocava e arrecadava dinheiro na capa do bumbo da bateria. Passados 2 anos, já tínhamos uma boa quantia e deu pra alugar o Drum Estúdio por 2 dias, com direito a piano. Isso foi em 1999. Ensaiamos bastante e fizemos tudo nesses dois dias. Gravação ao vivo, logicamente. Todo mundo tocando junto e sem direito a consertos futuros. Foi maravilhoso! Muita energia e muita emoção. Obviamente tem alguns pequenos erros. Por exemplo, na música "O Trenzinho do Caipira" eu toquei  a primeira parte três vezes, ao invés das duas que foram combinadas. Ficou assim! Comentei com o Theomar: "Poxa cara, eu errei!" e ele respondeu: "Tá bonito! Música é igual filho, se nascer com 3 orelhas é lindo!". Esse foi o clima!
4) Depois desse, mais quantos gravaram?
Ao todo foram 5 CDs e 1 DVD:
1999 - Hard Bossa
2001 - O Feijão da Brê
2004 - Sacopenapã
2007 - Ele é Carioca
2009 - Experiência n°12 (CD e DVD)
5) E vocês continuam tocando na rua?

Sim! Nosso principal ponto agora é a Praia de Ipanema. Aos domingos, de manhã, no calçadão entre as ruas Garcia d´Ávila e Maria Quitéria, perto do Posto 10. A gente puxa a luz do quiosque Pára Raio, nosso parceiro há mais de 10 anos, e tocamos durante 3 horas sem parar! É uma das melhoras coisas que fazemos. Tocamos sempre o que queremos, da forma que queremos e o público é muito receptivo. Até porque só os que gostam param pra ouvir!
6) Além de tocar na rua aonde mais vocês tocam?
Em 2010 começamos a aparecer mais fora do Rio de Janeiro, com alguns shows em São Paulo, Minas Gerais e Brasília, no Clube do Choro, e uma viagem para Nova Iorque, aonde nos apresentamos em Manhatam e Ithaca mas o nosso principal ponto, além da Praia de Ipanema, tem sido o Santo Scenarium, ali na Rua do Lavradio, na Lapa. Mas também temos tocado em alguns outros lugares como: SESCs, Centro de Referência da Música Carioca, Centro Cultural Carioca, Teatro Rival e.... no Armazém do Jazz, sempre que possível. Aliás, aí no Armazém é aonde temos o nosso melhor público. Gente que conhece música e que nos apóia com muito entusiasmo. Bom demais!
7) Como foi a história de vocês terem ganho uma página inteira no livro Rio Bossa Nova, de Ruy Castro?
Estávamos tocando na Praia de Ipanema. Tocamos "Cidade Maravilhosa" e era a última música do dia. Quando estava colocando o sax soprano no pedestal ouvi uma voz dizendo: - "Em que disco tem esse arranjo de "Cidade Maravilhosa"?. Quando olhei era o Ruy. Respondi: - "No próximo!". Ainda não tínhamos gravado essa música. Aí ele pediu para avisar quando o disco saísse e perguntou aonde mais tocávamos bossa nova daquela forma. Eu respondi: -"Aqui mesmo na Praia de Ipanema. Precisa mais? Aqui é o epicentro da bossa nova!". Aí ele me pediu um telefone e na semana seguinte me ligou avisando que estava escrevendo o livro e que iria mandar uma equipe fotográfica fazer umas fotos nossas. Parecia inacreditável! Mas foi verdade! Tá lá pra quem quiser ver!

8) A Praia de Ipanema é uma grande vitrine. Vocês devem ter boas histórias por lá, não é?
Sim, a cada dia colecionamos mais.
Uma das mais interessantes deu origem a um vídeo no youtube chamado "Terry Crews meets No Olho da Rua".
Estávamos tocando "Cortejo das Almas", música do nosso pianista, Leandro Freixo. Aí aparece aquele cara de 2 metros de altura, cheio de músculos e, pra nossa surpresa, começa a dançar. E dançar super bem! Quase não consegui tocar de vontade de rir! O cara é muito grande! Dançou a música toda e depois foi lá falar conosco: "Amazing men! Amazing!". Filmaram e está no youtube com mais de 50.000 visitas!
9) São muitos os fãs? Como vocês sentem o amadurecimento do quarteto?
Não sei se são muitos os fãs mas com certeza são muito fiéis! Na verdade, tornam-se amigos!
Quanto ao amadurecimento, ele é fruto do nosso próprio amadurecimento individual, como músicos, somado a nossa autoconfiança e ao reconhecimento que temos recebido de fãs, artistas e crítica. É um longo e interminável processo. Melhorar sempre é uma aspiração eterna.

10) Quais os planos para 2011?
Os principais são: tocar em Festivais de Jazz, no Brasil e no exterior e gravar o nosso 6° disco.
Para os Festivais, contamos com a ajuda do nosso produtor, Cláudio Paula ([21] 9123-3815 ou [81] 9139-9169), que está trabalhando forte nesse sentido! Segundo ele, já estamos escalados para o Savassi Jazz Festival, em Belo Horizonte, no mês de agosto e temos alguns outros em pauta, com boas possibilidades de efetivação, tais como o Festival de Jazz & Blues de Guaramiranga (CE) e o Festival de Blues e Jazz de Garanhuns (PE) e de 4º Poços de Caldas Jazz e Blues Festival (MG), todos em avaliação pela curadoria responsável pela seleção.
Para a gravação do disco, estamos com um projeto aprovado na Lei Rouanet e com muita esperança de captar a verba. Trata-se de um projeto elaborado com a participação do escritor Ruy Castro que, dentre outras coisas escolheu o repertório. Conta também com a participação do Charles Gavin na produção artística.



 
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